Liberdade!
Estava escrito no chão do tempo, seria guiada para o sol da vida, não haveria raiz que me prende-se, nem escuridão que me apague-se a chama!
A liberdade chamava por mim, as rédeas soltavam-se desordenadas e eu partia, livre como um potro na imensidão da savana.
Naquele mar de ervas singelas, sentia o vento como um amigo, brandando segredos e esperanças.
Cada passo adiante era uma despedida ao que ficou para trás, e um olá ao desconhecido. O sol, testemunha silenciosa, pintava o céu com cores que a alma ainda não tinha sonhado.
A cada novo horizonte, a liberdade tornava-se mais real, uma chama vibrante que me alentava. As estrelas surgiam cúmplices da minha caminhada, e a lua, como uma antiga amiga, iluminava o meu caminho.
Não havia volta, apenas um constante avançar, descobrindo que a verdadeira essência da vida estava naquele momento de pura liberdade!
Sei Lá (originais) 2024
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