As lágrimas caíam tímidas, o olhar baixo de uma melancolia imensa,
Pedindo, não digas adeus, não digas.
Fica, não me empurres  para a solidão, não vás, deixa essa porta entreaberta, fica, aceita o pouco que te dou, recebe-o de mãos abertas.
Não peças o que não te posso dar.
Aceita, não digas adeus. Mas se disseres, fá-lo de uma só vez, não olhes para trás, tranca a porta, deixa-a com cadeados e sem  lembranças, encara a peleja da consciência, na tua própria masmorra sem dó.

Ficarei onde estou... o peito vazio, apertado, mas não mais frágil.
Em algum momento, em algum lugar, encontrarei a paz...

Sei Lá - (Originais)




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